Num cenário pós‑apocalíptico devastado por guerra nuclear, a trama segue soldados futuristas que encontram um robô danificado enquanto investigam uma zona desolada. O humanóide parece ser um aparelho doméstico, evocando Asimov; ao removê‑lo, os militares conseguem visualizar fragmentos de vídeo gravados em sua memória, revelando o que foi registrado pelo robô ao longo dos anos. Em menos de sete minutos e sem diálogos, a obra lembra que todas as nossas experiências, tudo aquilo que amamos na vida, permanecem constantemente ameaçadas.
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