O Projeto Z visava dar à nova geração um alívio na tarefa de cuidar dos idosos. A ideia era desenvolver uma máquina que os sustentasse sem qualquer intervenção humana. À primeira vista, parecia um plano perfeito e muitos jovens aprovaram sua implementação. Contudo, quando o senhor Takazawa foi escolhido como cobaia da máquina Z‑001, Haruko começou a questionar tanto as estratégias do hospital quanto as implicações éticas da tecnologia. Esse é apenas o começo: além de lidar com o hospital, Haruko enfrenta diversas adversidades. Em seguida, ela descobre uma peculiaridade surpreendente sobre a máquina: ela incorpora um biochip que, ao longo do tempo, desenvolve sua própria consciência.
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