Naquela primavera deslumbrante, quando as pétalas de cerejeira caíam ao vento, encontrei-a. Ela tinha um jeito luminoso e alegre. Um número frio – 300 – pairava sobre sua cabeça, e eu já sabia o momento em que ela encontraria a morte. Esta é a história do meu cotidiano com ela até o dia em que nos despedimos.
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