Raul, que derrotou o Rei Demônio sendo reconhecido como o herói mais poderoso, deveria ter assumido o papel de salvador da humanidade.
Seus valiosos companheiros e familiares foram assassinados por aristocratas sedentos por poder; em seguida, a princesa o acusou falsamente e ordenou sua execução.
Pouco antes que sua vida se desfasse, seu coração mergulhou na escuridão. Ele jurou despedaçar esses traidores, queimá‑los nas chamas da fúria, separar cada um em pedaços, açoitar e matar sem piedade, fazendo-os sentir o tormento do inferno.
Ao adquirir os poderes das trevas, Raul ressurgiu; infiltrado nas sombras, jurou vingança.
Ele exclamou com prazer: “Estou ansioso! A partir de agora, vou beber o sangue deles à vontade.”
Poucos dias depois da ressurgência do herói na capital imperial, onde flores desabrochavam em abundância, um desfile que conduziria à tragédia teve início.
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