Mesmo sendo uma Hanemono, posso te amar? — Chie Nakahara, 30 anos. Se houvesse um teste de qualidade para humanos, eu certamente seria considerada uma Hanemono. Depois de ficar doente e passar por uma cirurgia que me deixou sem útero, eu me divorciei do marido. Não consigo me entregar de verdade a um novo amor, porque não quero sentir mais dores. Quando perdi a confiança em mim mesma, acabei por conhecer o professor Sakaki em uma galeria que visitei por acaso. Ele é calmo e, quando estou com ele, sinto-me completa. Mas quando esse sentimento se transforma em amor, meu corpo parece estar destinado a um fim triste.
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