Em uma sociedade onde o dinheiro reina supremo, os jovens chamados de “flores” desempenham um papel singular. Em troca do patrocínio daqueles que têm recursos, eles servem aos seus mestres como símbolos de gosto, status e riqueza. Comprados e vendidos ao capricho dos mestres, sua existência é precária – salvo para os poucos que têm a sorte de ter mestres capazes de enxergar a pessoa por trás da flor.
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