Seung‑tae não tem certeza se viveu a melhor das vidas. Aos 70 anos, ele permanece recluso, sem quem segure sua mão quando recebe o diagnóstico de Alzheimer. Mas talvez tudo isso possa mudar com a ajuda de um antigo diário. Ele descobre que pode alcançar seu eu de 19 anos no passado por meio da magia. Ao conversar com a versão mais jovem de si mesmo, todas aquelas memórias voltam à tona: como ele se apaixonou quando era tão jovem e como havia um serial killer à solta em seu bairro.
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