Jung‑Ho é tão intimidado que acaba se automutilando; até que, num dia, suas súplicas são atendidas por Mefistófeles, o arquidemônio. O demônio oferece a Jung‑Ho poderes mágicos que lhe permitirão vingar-se dos valentões, exigindo em troca sua alma. Para ele, essa proposta parece simples: nada pode ser pior do que o inferno que vive. Mas Jung‑Ho ignora que forças maiores estão agindo; ele não percebe que cada escolha sua pode mudar o balanço entre os mundos celeste e infernal. Ele é apenas um peão num jogo muito maior entre anjos, demônios e exorcistas.
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